Última edição.
13 de out. de 2008
Geek fashion
Washington Post realizou uma pesquisa nos Estados Unidos em julho que indica uma drástica mudança no consumo teen. Após uma queda drástica de 20% na indústria de moda teen, várias empresas de pesquisa foram contratadas para realizar uma série de pesquisas na tentativa de entender o que havia acontecido com a fatia do bolo de U$ 179 bi.
A pesquisa do WP consistiu em levar um grupo de 61 meninas (cada uma com seu próprio dinheiro) e relatar os novos padrões de compras delas em shopping centers, além de responderem um questionário sobre seus hábitos e gostos. A surpresa se deu ao fato de que apenas uma delas citou uma calça jeans como seu objeto de maior afeição no momento. Todas as outras garotas comentaram que seus objetos preferidos são aparelhos eletrônicos ou bichos de estimação. Uma outra pesquisa feita pela Pipper Jaffray constatou que 7% do crescimento total de compras do segmento jovem foi de aparelhos celulares, ipod's ou similares e video games.
No fim do dia a compra ficou estimada em uma média de U$ 61 para cada menina. Dentre outros fatos constatados pela pesquisa, está o de que uma nova consciência está aflorando na mente dos jovens (juntamente com a crise), de que o dinheiro gasto em roupas poderia ser gasto em um tanque de gasolina ou uma saída com os amigos no fim de semana (sendo este um dos quesitos em alta entre os adolescentes).
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geek fashion indústria moda teen
22 de set. de 2008
Padrões customizados
Hoje acordei meio frustrado com o blog.
Tenho postado esporadicamente novidades sobre o street wear com um enfoque regional e depois de vários passeios nos shopping centers do vale do Itajaí, estava ficando sem idéias sobre o que postar. Não existem tantas novidades legais no mercado regional para fazer um post semanal, e não era uma das minhas pretensões ficar postando apenas sites de fora (que são realmente legais mas são de fora) e vez por outra um profile.
Então com tantas idéias e críticas na cabeça, resolvi começar a expô-las aqui para quem quiser ler.
Depois de uma lida rápida em alguns blogs sobre marketing de guerrilha, achei um tópico sobre algo que há muito tempo estava martelando na minha cabeça: a customização. Digo isso porque muita gente está no frenesi dos nikes aqui na região. É nike que não acaba mais. E não me entenda mal, eu gosto muito dos tênis da nike, mas até onde essa padronização do "cool" vai continuar?
Todo mundo quer ser cool na noite, logo precisa ter um nike (provavelmente SB) custom que você acha que ninguém tem igual (mas na verdade a loja tem uma grade cheia pra vender) uma calça super skinny, um moletom de capuz bem comprido com estampas engraçadinhas. Eu não estou inventando nada disso. Até Alexandre Herchcovitch já falou sobre isso na Júnior.
E se você vai nas festinhas por aí, sabe do que eu estou falando. O problema não é nem a padronização do visual, que muitas vezes termina sendo entendido como uma "tribo" social que mantém mesmos gostos e costumes (um deles sendo o de querer ser sempre diferente).
O do it yourself cresceu tanto que virou corporação. Um determinado shopping center aqui de Blumenau está com umas 6 lojas de tênis e artigos esportivos, fora as outras que vendem roupas de surf ou streetwear que também têm sempre uns modelos diferenciados. É muito nike SB pra pouca gente... Logo SB e Dunk vão ser q nem Bamba, ou All-star (que diga-se de passagem está quase na mesma faixa de preço).
Isso é só os 10% do iceberg que podemos enxergar. Ontem passei na frente de uma vitrine de um magazine classe C que está vendendo camisetas de 19,99 com estampas MUITO LEGAIS! Claro que quem é cool mesmo não compra em magazine pq todo mundo na rua vai ter igual. Mas se você parar pra pensar, já tem mesmo até igual as que tanto cultuamos na vitrines mais esnobes.
Bom, nesse quesito eu até posso me esquivar, tendo visto que eu vivo pra colecionar camisetas de bandas, é são delas que meu vestuário se compõe. Mas em relação aos tênis e calças e vez por outra um acessório, está ficando difícil distinguir o custom do padrão.
Tenho postado esporadicamente novidades sobre o street wear com um enfoque regional e depois de vários passeios nos shopping centers do vale do Itajaí, estava ficando sem idéias sobre o que postar. Não existem tantas novidades legais no mercado regional para fazer um post semanal, e não era uma das minhas pretensões ficar postando apenas sites de fora (que são realmente legais mas são de fora) e vez por outra um profile.
Então com tantas idéias e críticas na cabeça, resolvi começar a expô-las aqui para quem quiser ler.
Depois de uma lida rápida em alguns blogs sobre marketing de guerrilha, achei um tópico sobre algo que há muito tempo estava martelando na minha cabeça: a customização. Digo isso porque muita gente está no frenesi dos nikes aqui na região. É nike que não acaba mais. E não me entenda mal, eu gosto muito dos tênis da nike, mas até onde essa padronização do "cool" vai continuar?
Todo mundo quer ser cool na noite, logo precisa ter um nike (provavelmente SB) custom que você acha que ninguém tem igual (mas na verdade a loja tem uma grade cheia pra vender) uma calça super skinny, um moletom de capuz bem comprido com estampas engraçadinhas. Eu não estou inventando nada disso. Até Alexandre Herchcovitch já falou sobre isso na Júnior.
E se você vai nas festinhas por aí, sabe do que eu estou falando. O problema não é nem a padronização do visual, que muitas vezes termina sendo entendido como uma "tribo" social que mantém mesmos gostos e costumes (um deles sendo o de querer ser sempre diferente).
O do it yourself cresceu tanto que virou corporação. Um determinado shopping center aqui de Blumenau está com umas 6 lojas de tênis e artigos esportivos, fora as outras que vendem roupas de surf ou streetwear que também têm sempre uns modelos diferenciados. É muito nike SB pra pouca gente... Logo SB e Dunk vão ser q nem Bamba, ou All-star (que diga-se de passagem está quase na mesma faixa de preço).
Isso é só os 10% do iceberg que podemos enxergar. Ontem passei na frente de uma vitrine de um magazine classe C que está vendendo camisetas de 19,99 com estampas MUITO LEGAIS! Claro que quem é cool mesmo não compra em magazine pq todo mundo na rua vai ter igual. Mas se você parar pra pensar, já tem mesmo até igual as que tanto cultuamos na vitrines mais esnobes.
Bom, nesse quesito eu até posso me esquivar, tendo visto que eu vivo pra colecionar camisetas de bandas, é são delas que meu vestuário se compõe. Mas em relação aos tênis e calças e vez por outra um acessório, está ficando difícil distinguir o custom do padrão.
8 de set. de 2008
Inauguração - Moving.

Nesta sexta-feira é a inauguração da Moving. em Blumenau.
Para quem ainda não se situou com o ad acima, a rua Antônio da Veiga é a rua da FURB.
Se você estiver passando por lá no dia 12 ou depois, faça uma visita! Pelas marcas acho que já dá pra ter uma idéia de que só vai ter coisa legal e moderna.
Um abraço para a Lilla pela iniciativa!
21 de ago. de 2008
King 55 contra a exploração animal
A king 55 sempre apostou em comportamentos modernos e formadores de opinião (positiva).
E disso saiu a campanha "We wear a red pin". Criada como um chamariz para o fato de que a marca não utiliza nenhum produto derivado de exploração animal em suas peças e acessórios, a campanha serve também como uma forma de incentivar as pessoas simpatizantes de causas defensoras à unir-se à campanha, enviando contatos de seus próprios manifestos contra a exploração animal.
http://www.king55.com.br/redpin.htm
Visite e peça seu Red Pin!
E disso saiu a campanha "We wear a red pin". Criada como um chamariz para o fato de que a marca não utiliza nenhum produto derivado de exploração animal em suas peças e acessórios, a campanha serve também como uma forma de incentivar as pessoas simpatizantes de causas defensoras à unir-se à campanha, enviando contatos de seus próprios manifestos contra a exploração animal.
http://www.king55.com.br/redpin.htm
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